/god/ - Tábua de Deus

Discussão de assuntos relacionados a Deus


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Deus é onisciente, tudo penetra e tudo permeia; o tempo todo ele ativa o mundo objetivo e age por meio dele. A Criação está sempre sob os Seus cuidados. Tal é a doutrina dos dualistas (dvaitins). Isso dá ensejo a uma pergunta: se o mundo é governado por Deus, como Ele permite que seja tão perverso e mau? A resposta é que Deus não é responsável pela tristeza nem pela dor. Os pecados que cometemos são os progenitores do pesar que sofremos. Alegria e tristeza são as consequências do bem e do mal que o homem pratica. Deus é a Testemunha. Ele não pune nem causa dor. A alma encarnada (jivi) não tem começo, ou seja, não tem nascimento, mas se envolve em incessante atividade e por isso tem que passar pelas consequências inevitáveis dessa atividade. Esta é a experiência de todos e a característica de todas as mentes. É a lei inquebrantável do mundo objetivo. (Sathya Sai Vahini, cap. 8).
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“Gosto muito de me dedicar apenas a esta tarefa.” “Procurei fazer-lhe o bem, mas ele ignorou o meu desejo e tentou ferir-me”. São estas as causas habituais da tensão e do estresse que se diz estarem envolvidos na yoga da ação (karma yoga). Tal decepção faz com se perca o interesse pela atividade. As pessoas querem fazer o bem e procuram fazer o bem a alguém de alguma forma, na esperança de assim obter e distribuir alegria. Quando essa alegria não surge, instala-se o desespero! O verdadeiro yogi, no entanto, realiza atividades sem se apegar e sem saber a quem ou de que maneira a sua ação ajuda. A lição que karma yoga ensina é a seguinte: pratiquem a ação como tal, pratiquem-na pela ação em si! Por que os karma yogis enchem as mãos de trabalho? Porque essa é a sua verdadeira natureza; eles se sentem felizes realizando o trabalho. Isso é tudo. Não barganham visando resultados nem são movidos por nenhum calculismo. Dão, mas nunca recebem. Não conhecem a tristeza nem o desapontamento, pois não esperam nenhum benefício! (Sathya Sai Vahini, cap. 10)
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