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/luso/ - Lusofonia

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 No.1165[Reply]

O /luso/ vai ser apagado.

Se acharem que há aqui algum fio que se aproveite passem para o /int/ nos próximos dias.

Cumps
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 No.1328

>>1165
somos um cancro



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 No.1326[Reply]



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 No.1274[Reply]

Esse gajo frequenta esse recinto?
13 posts and 5 image replies omitted. Click reply to view.

 No.1312

>>1310
gotchu, parceiro

>>1311
basicamente.

 No.1324

Ele já anda aqui desde os deus 14 aninhos…

 No.1325

>>1324
chegou o fagote



 No.1320[Reply]

vou só deixar isto aqui

 No.1321

Voś colonizaram essa merda, trouxeram precto a cá e roubaram nosso ouro. Agora vamos destruir a língua de vocês.

 No.1322

>>1321

Não se perda nada infelizmente. Eu bem queria uma novinha brasileira para foder na favela mas sou demasiado branco. Era morto no primeiro dia

 No.1323

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>>1322
>tuga branco
Perdi.

Vocẽ iria se misturar muito bem sendo um pardo genérico. Só pensariam que você é nordestino pelo sotaque e te colocariam a alcunha de paraíba.



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 No.1313[Reply]

Olá, caros tugas.
Venho aqui pedir ajuda daqueles que frequentam a Biblioteca Nacional de Portugal.
Peço que alguém, por gentileza, disponibilize-me uma cópia do seguinte livro:

http://purl.pt/16738

Muito obrigado.

 No.1314

> A reprodução de cópias internas é possível apenas para fins exclusivos de uso pessoal e deve ser solicitada a [email protected]

 No.1315

>>1314
A burocracia é frustrante:

"Os trabalhos enviados para o estrangeiro por correio postal (acresce portes de envio), ou por DropBox ou WeTransfer, estão sujeitos a pré-pagamento, ou seja assim que o trabalho fica pronto, enviamos uma fatura com o valor total a liquidar e formas de pagamento (transferência bancária ou vale correio).

A reprodução será enviada depois do pagamento ter sido efetuado."



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 No.1292[Reply]

http://palavramulher.pt

li há pouco no jornal destak.pt <3

vejam as "definições" que meteram no site


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 No.1290[Reply]

Desde o Século XVIII que a Maçonaria estava empenhada numa luta para alcançar o poder completo em Portugal, o que deixou o país num estado de instabilidade, em que se preparava uma revolução. Em Outubro de 1910 os Maçons conseguiram finalmente apoderar-se do governo por meios revolucionários. Na noite de 3 de Outubro, um grupo organizado de Maçons tomou posse de um quartel de infantaria. Os revolucionários das forças armadas foram apoiados por civis, enquanto que a maioria dos militares se manteve neutra. Os fiéis à Monarquia foram vencidos e desarmados, e em 5 de Outubro a Monarquia constitucional portuguesa foi derrotada em Lisboa, sendo proclamada uma República maçônica. Foi estabelecido um Governo Provisório, composto pelos Maçons mais importantes e gozando do apoio dos Governos de França e de Inglaterra.

A revolução atacou imediatamente a Igreja Católica: houve igrejas que foram saqueadas, os conventos foram atacados e os religiosos assediados. Mal o Governo Provisório se tinha instalado, começou logo a dar toda a sua atenção a uma política antireligiosa, apesar de uma situação econômica desastrosa. Em 10 de Outubro – cinco dias depois da proclamação da República – o novo Governo decretou que todos os conventos, mosteiros e Ordens religiosas seriam suprimidos. Todos os religiosos foram expulsos e os seus bens confiscados. Os Jesuítas foram obrigados a desistir da nacionalidade portuguesa.

Leis e decretos anti-católicos seguiam-se uns aos outros, numa sucessão rápida. Em 3 de Novembro, foi aprovada uma lei que legalizava o divórcio; seguiram-se leis a reconhecer a legitimidade das crianças nascidas fora dos laços matrimoniais, a autorizar a cremação, a secularizar os cemitérios, a suprimir o ensino religioso nas escolas e a proibir aos sacerdotes o porte da batina. Além disso, o toque dos sinos das igrejas e as horas do culto ficaram sujeitas a certas restrições, e suprimiu-se a celebração pública das festas religiosas. O Governo até interferiu nos seminários, reservando-se o direito de nomear os professores e determinar os programas. Esta série de leis persecutórias culminou na Lei da Separação da Igreja e do Estado, aprovada em 20 de Abril de 1911.

Parecia que a vitória dos Maçons era completa. Afonso Costa, autor destas leis, estava tão seguro de si que declarou naquela altura: “Graças a esta Lei da Separação, em duas gerações o Catolicismo será completamente eliminado em Portugal.”

Porém, devido à firmeza do PapaPost too long. Click here to view the full text.


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 No.1241[Reply]

Ficaremos mais perto.
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 No.1243

finalmente vou jogar online com zukas sem me queixar

 No.1244

finalmente o brasil vai ter internet superior a 56k
parabéns irmãos pretos arenosos

 No.1285

finalmente poderei postar índias peladas em alta velocidade para vocês



 No.1232[Reply]

Estou eu acá apaixado por esta gaja.

O sotaque dela é deveras formoso.
8 posts and 2 image replies omitted. Click reply to view.

 No.1254

>>1253
>>1252
??

O que significa "(a)" e (PI)?

 No.1255

>>1254
>PIada
>andreia

 No.1265

FOFA

muito obrigado



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 No.1258[Reply]

Por onde passei nos últimos 15 dias aqui e no exterior, ouvi relatos de pessoas em busca de explicações sobre as razões que estão levando brasileiros a buscar “refúgio” em outros países, principalmente Portugal e Estados Unidos. As pessoas querem saber se este êxodo teria motivações políticas. Em seguida, constrangidas, elas diziam que chama a atenção o nosso “grosseiro” comportamento. Um “estilo predador”, disse-me um deles.

Procurei saber detalhes do que exatamente incomodava estas pessoas. Elas dizem que falamos alto, somos arrogantes com garçons, atendentes, seguranças, além de furarmos filas, não cumprirmos horários, nem compromissos previamente acertados, atravessarmos fora da faixa de pedestres nas ruas e não pagarmos passagem nos transportes públicos. O que elas argumentam é que não entendem por que agimos assim, já que todos convivem com os problemas comuns da comunidade em que estão igualmente inseridos.

Já de retorno ao Brasil, esbarrei em relatos de conhecidos que diziam estar de malas prontas para Miami ou Lisboa, Cascais, Porto, e que não aguentavam mais a “bagunça” do nosso país. Eles reclamam da “desordem”, “das autoridades”, do “Temer”, do “Lula”, do “PT”, da “esquerda”, enfim, os alvos são múltiplos. Estas pessoas reconhecem que nossa “imagem lá fora” anda meio queimada. Tenho que reconhecer que estas pessoas “indignadas” têm posses ou reservas financeiras que lhes garantem uma permanência mais longa no exterior.

Este conjunto de pequenas histórias passou a martelar minha cabeça. O que está havendo? A gota d’água foi uma senhora portuguesa que disse para um amigo que os brasileiros “não tinham classe”. Ela praguejou outros impropérios que prefiro não repetir por vergonha.

Num determinado momento, eu não me contive e resolvi compartilhar este sentimento de surpresa frente à repetição de nossa falta de civilidade, com esta falta de respeito com os hábitos de países que abrigam novos imigrantes como nós.

Por isso, eu escrevi o post abaixo no Twitter e, para minha completa surpresa, “viralizou”.

Portugueses começam a ficar incomodados com a enxurrada de brasileiros endinheirados que estão trocando nosso país pelo deles. Eles dizem que são pessoas que se acham melhores do que as outras apesar de terem baixíssima cultura e civilidade. “Gente sem classe”, disse uma senhora.


Post too long. Click here to view the full text.
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 No.1262

>>1261
Népia zéCarioca, o que brasiu necessita é de uma de duas coisas.
1-Livrar-se de fantasmas, no sentido grego da palavra. Ex; ideologias coletivistas, sejam elas politicas, religiosas, ou de consumo. Esse cancro positivista/utilitário que vos rege também não ajuda.
2-Matar todos os filhos d puta, começando nos pelos traficantes e acabando nos políticos.

 No.1263

>>1258

>Procurei saber detalhes do que exatamente incomodava estas pessoas. Elas dizem que falamos alto, somos arrogantes com garçons, atendentes, seguranças, além de furarmos filas, não cumprirmos horários, nem compromissos previamente acertados, atravessarmos fora da faixa de pedestres nas ruas e não pagarmos passagem nos transportes públicos.


isto é no braziu ou em prrtgal?
é a mesma merda

 No.1264

>>1261
Ok, tirando as generalizações auto depreciativas.

As empregadas domesticas existem quando o custo é baixo, e o custo é baixo porquê, porque há uma enorme percentagem da população que só pode prestar esse serviço uma vez que não tem qualificações para mais nem existem empregos fora da área dos serviços.
Sem industria, de preferência descentralizada, essas hordas de empregadas domesticas, office boys, porteiros, biscateiros etc não vão deixar de existir, a ideia que os serviços vão absorver os trabalhadores não qualificados é uma ideia falhada, a produtividade deles é ínfima e são facilmente substituíveis, basicamente são domesticas/biscateiros com uniforme e um contrato de trabalho a termo certo.
O Brasil devia fazer aglomerados de pequenas industrias com simbiose entre elas, que é modelo usado na Alemanha e no norte de Itália, e usar os produtos finais para exportação, numa primeira fase para os países limítrofes (e aqui a diplomacia económica tem muito peso) e depois para outros com mais poder de compra e mais seletividade.
A produtividade per capita nessas industrias é muito mais elevada que nos serviços, o que se traduz em salários mais altos. Não sendo necessário em muitos casos educação especializada (ex as pessoas que manufaturaram e montam as navalhas da Victorinox na Suíça têm quase todas 9 anos de escolaridade básica).

A reforma agrária faz sentido se quem tomar conta das terras tiver produtividade, se alguém tiver uma pequena parcela de terra e se dedicar ao cultivo dos mesmo produtos que os latifundiário produzem não vai ter lucro e consequentemente vai começar a chorar por subsídios governamentais (como acontece na maioria dos casos na Europa ou EUA).
O fazendeiro que queira ter sucesso tem que se dedicar a nichos de produtos com procura e pouca oferta. E depois há outra questão a cadeia logística, pode-se produzir o melhor produto, mas se não existir refrigeração no local, transportes rápidos para os portos e agilidade no processo de exportação as perdas materiais e fiscais reduzem os lucros (a haverem) e desmotivam o produtor.

A parte social acompanha sempre a parte económica.



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